domingo, 19 de setembro de 2010

HOSPITAL DE BASE 50 ANOS DE QUE?


HOSPITAL DE BASE 50 ANOS DE QUE?
Para um bom entendedor, meia palavra basta. O serviço público de saúde, no Brasil, não é novidade para ninguém. Faltam médicos para atender a grande demanda que sempre chegam aos excessos, medicamentos, salários dignos, instalações conservadas e com qualidade para os internados etc.
O Hospital de Base de Brasília comemorou na ultima sexta feira, 17/09/2010, os cinquenta anos de existência. Ao mesmo tempo em que se comemoram as bodas, o seu contraste, nada elegante, assusta a muitos, pois o hospital recebe os casos mais graves de Brasília e do Entorno. Quem trabalha ali, na área de saúde, tem a consciência de que está ali para lutar de todas as formas contra o tempo e a morte. No total, são 3,5 mil servidores. A cada ano, são realizados mais de 600 mil atendimentos apenas no pronto-socorro e no ambulatório.
“O povo sente a falta de condições mínimas para ser recebido com a dignidade merecida. Mas, hoje, é dia de comemoração para o Hospital de Base e para Brasília. O maior e mais antigo centro de saúde da cidade completa cinco décadas. Nasceu meses depois da inauguração da capital. É dia de mostrar histórias de pessoas que fazem a diferença e aos poucos renovam nos pacientes a fé no ser humano. Com muita boa vontade, esperança e profissionalismo surge a cura, o alívio.” Dados recolhido do Correio Braziliense em 12/09/2010.
Uma dessas pessoas é o médico Franklin Batista Tormin, 69 anos, especialista em reumatologia. Ele ajudou a construir o hospital. Quando tinha 16 anos, Franklin morava em Luziânia (GO) e vinha para a Brasília em construção para descarregar caminhões de areia. Participou da construção de várias obras, entre elas a unidade de saúde onde anos depois trabalharia. O rapaz nem imaginava seu destino. “Eu descarregava a areia do caminhão com uma enxada. Era um serviço pesado. Lembro-me perfeitamente de jogar areia perto de uma placa em que estava escrito: Hospital Distrital de Brasília (antigo nome do Base)”, lembra.Franklin trabalhava de graça. “Eu vinha com uns amigos da minha família ou com meu irmão que dirigia o caminhão. Vinha mais pela euforia, nem recebia para trabalhar. Mas era raro ver um carro ou caminhão passar nas ruas em Luziânia. Participar da construção de Brasília foi uma diversão para mim. Hoje, me sinto muito honrado”, conta. “Ninguém na minha família era doutor. Acho muito bonito poder ajudar a salvar alguém, ser um instrumento de Deus na manutenção da vida.”
Assim como o doutor Franklin, muitos desbravaram essas terras com coragem e apostaram na concretização de um sonho. O tempo passou e a qualidade da saúde pública foi deturpada e hoje está como a conhecemos perfeitamente. O médico lembra-se dos melhores tempos da instituição na qual trabalha, quando o Base era referência em atendimento. “É triste ver o que fizeram com a saúde no nosso país, mas a vontade de ajudar é ainda maior. A saúde ainda pode ser resgatada. A Lei da Ficha Limpa é um bom começo para que as coisas mudem”, diz otimista.
Hoje também é tempo de lembrar o longo caminho que a saúde precisa percorrer para merecer os parabéns dos moradores de Brasília. “Praticamente todas as áreas aqui têm demandas reprimidas. Mas a carência de servidores na área administrativa é gritante. Claro que precisamos de mais médicos. Mas com mais gente para digitar os laudos, marcar consultas e fazer o levantamento de dados o sistema iria melhorar muito e a população sentiria os efeitos”, explicou o diretor.O Hospital de Base passou por poucas reformas desde sua inauguração e nenhuma delas aumentou o espaço físico da unidade. “Em 50 anos, a população da cidade mais que dobrou. O hospital continua o mesmo. Assim, falta material e há superlotação”, justifica Schimin. A secretária de Saúde, Fabíola Aguiar, afirma que o hospital tem muito o que comemorar. “Brasília teve seu cinquentenário ofuscado por escândalos, mas o mesmo não deve acontecer com o Base”, diz. “Queremos incentivar programas de saúde da família, com agentes visitando as pessoas em casa para melhorar a situação dos hospitais. Criamos uma secretaria somente para compras para evitar aquisições emergenciais e fazer tudo com licitação”, explica.O Hospital de Base organizou uma agenda de comemorações para o aniversário de 50 anos (veja quadro). A festa foi paga doações feitas por entidades como a Sociedade Brasileira de Medicina e por empresários locais.

Texto comentado por Cello Windson e extraído da revista eletrônica: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/12/cidades,i=212575/HOSPITAL+DE+BASE+COMPLETA+50+ANOS+DE+EXISTENCIA.shtml

domingo, 13 de junho de 2010

Literatura Brasiliense : Planalto

PLANALTO
( HORTA, Anderson Braga)




O mar é um grande pulso que lateja.


O planalto é um mar de vagas


imobilizadas na diástole,


e o pulso anula-se na tensão áspera da pele.




Gritos mineralizados. O tempo


lapida os cristais febdudis di silêncio.


E das fissuras mana (imperceptível)


uma saudade marinha.




Esmagado espanto vegetal. Pássaros


nadam entre as algas. Seres


estranhos


deslizam no fundo. Restos.




O homem, navegador crispado,


vem sulcar estas águas


coaguladas. Decifra na face


do planalto (memória


de mar petrificada)a


seu arcano, e semeia-lhe


arquipélagos.




Sobre as vagas imóveis


um vivo mar agita-se.




*Poema extraído do jornal o miraculoso abril/2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pôr-do-sol


Repousa o sol e vem mostrar o teu sorriso de ninar

Brilha o luar, como modelo posa sobre o mar

Aves a cantar a doce melodia pra te acordar

Sorriso sem igual, verei o teu quando em teus sonhos me encontrar.


Aquela canção que tocou teu coração

Será a mesma que irá te emocionar.


Ainda que eu podesse navegar o oceano dos teus olhos

Desbravaria o mundo inteiro para conquistar o seu amor...

Ainda que eu podesse navegar o oceano dos teus olhos

Desbravaria o mundo inteiro para conquistar o seu amor!


by: Cello Windson

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Shopping Iguatemi Brasilia, Um Espetáculo de luxo e Bom Gosto Fora do Eixo Rio-São Paulo










Brasília recebeu nessa ultima terça um presente que está a altura de seu tão requintado glamour de cidade cultural.





A Rede Iguatemi, apostou em Brasilia para construir, numa localização estratégica, no CA [Centro de Atividades] do Lago Norte com proximidade para o Lago Paranoá e a 10 minutos do futuro Setor Noroeste. Seu público alvo é bastante objetivo e seleto. Todo glamour, luxo, alto padrão foi investido pesadamente para agradar aos bons gostos dos mais exigentes da terra dos nobres.




Os números são superlativos: 200 lojas, R$ 180 milhões de investimento, 32 mil metros quadrados de área bruta locável, 1,5 mil empregos criados quando o empreendimento estiver funcionando.





Luxo. "Enxergamos uma oportunidade bem concreta de buscar um mercado de representatividade do Brasil", diz Alberto Candellero, vice-presidente para a América Latina da Ermenegildo Zegna. A marca de alta-costura abre em Brasília a sua primeira loja fora do eixo Rio-São Paulo. O espaço de 230 m² terá uma sala de luxo, com atendimento personalizado para autoridades - membros dos Três Poderes e embaixadas, por exemplo.
"Brasília possui um estilo de vestir bem formal e as pessoas viajam muito para o exterior, de onde já conhecem a marca", diz Candellero. A cidade deve ser incluída nas comemorações do centenário da Ermenegildo Zegna, com eventos especiais e a oferta de produtos limitados.






No caso da marca de acessórios femininos Accessorize, a expectativa é que a loja em Brasília impulsione entre 6% e 8% o faturamento da grife no Brasil.
"Estamos muito confiantes no mercado do Distrito Federal", afirma o sócio-diretor Robson Tatimoto.






"Uma pesquisa encomendada nos mostrou que as brasilienses e as mineiras são as mulheres que mais usam acessórios. No Sul, são mais usados acessórios de frio, já no Nordeste são os de verão. Em Brasília, compram-se todos", observa. O lançamento da coleção outono-inverno da Accessorize ocorrerá na cidade.
O surgimento do Iguatemi Brasília também fez a Louis Vuitton abrir na capital da República a primeira loja distante do Rio e de São Paulo. É a sexta no Brasil, onde a marca de artigos de luxo já está presente há 20 anos. Para celebrar a inauguração do Iguatemi e os 50 anos de Brasília, será lançado um produto exclusivo: um lenço de R$ 1.120 criado a partir da obra do artista Vik Muniz.





Projeto do design arquitetônico do Iguatemi, se pode notar as semelhanças com os centros de compra e lazer internacionais, como outlets por exemplo.







Fontes: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100326/not_imp529335,0.php

http://www.bossa-rosa.com/2009/09/iguatemi-shopping-brasilia.html

sexta-feira, 19 de março de 2010

Vai trabalhar em ambientes corporativos? O que vestir?


No mundo corporativo, profissionais bem sucedidos, precisam cuidar muito bem de sua aparência. A roupa certa no lugar certo pode abrir muitas portas e oportunidades. O consultor imobiliário deve pensar muito bem antes de tirar uma roupa do armário. Seja para realizar um trabalho externo, seja para uma reunião com os diretores, ou ainda , para atender um cliente especial, é extremamente necessário que se saiba qual o ambiente, que tipo de evento você irá, o horário que será realizado e não esquecer das regras básicas de etiqueta- na qual você deve levar em conta, para cada tipo de acontecimento, a cor do terno e da meia, o número de botões do paletó , o tipo de colarinho e o nó da gravata. DETALHES QUE FAZEM TODA DIFERENÇA.

De acordo com a consultora de moda e imagem pessoal Roberta Bourguignon, numa entrevista realizada ao site ZAP, o mais importante na hora de escolher o terno é estar atento ao caimento e ao tecido. Esses detalhes que determinam a qualidade do terno.


-Os modelos variam relativamente pouco e as diferenças ficam sempre por conta do caimento, que podem ser mais solto ou mais ajustado ao corpo, do tamanho das ombreiras o do número de botões do paletó-explica a professora de personal stylist, da escola de modas Sigbol Fashion.
Segundo Roberta, em reuniões, almoços executivos ou entrevistas de emprego, o profissional deve optar por ternos de cores que transmitam seriedade, como azul-marinho, cinza e preto.

Para ambientes de trabalho, dê preferência a paletós com 2 ou 3 botões.

GRAVATAS E MEIAS : UM CUIDADE TODO ESPECIAL
As gravatas com estampas vibrabtes ou estampas, são proibidas e as meias devem cominar com a cor do terno ou do sapato.


Texto adaptado de: http://www.zap.com.br/revista/empregos/tag/trajes-no-ambiente-de-trabalho/

SURF: ARTE, PAIXÃO, ESPORTE OU FILOSOFIA DE VIDA?

Esse texto que segue abaixo é de um blog muito interessante e direcionado ao publico surfista ou amantes dessa onda maravilhosa de pegar tubes irados ou simplesmente curtir boas ondas numa paisagem deslumbrante! Espero que gostem e boa leitura.



“Pouco antes de dormir, estando aqui, a muitas milhas de distância da praia mais próxima e esta, ainda por cima, não tem uma ondinha nem merrequeira pra fazer a cabeça, o que me deixa pensando, solitariamente- ouvindo um HC californiano- no que seria o surf pra mim. O que representa na minha vida, sendo que não sou profisional, entao não, pra mim, é apenas esporte. Não surfo grandes coisas, então não é arte. Moro longe pra caramba da onda surfavel "mais próxima", que aqui, nem sei onde fica. Também não é filosofia (ao menos nesse momento da minha vida). Só restou a opção que, pra mim, sempre veio em primeiro mesmo: PAIXÃO! Creio que pra grande maioria dos leitores que estão me acompanhando agora, o surf é, acima de tudo, paixão também.
Para muitos surf é um esporte, que através dele se mantém o condicionamento físico, melhora a saúde, se tem mais disposição pra vida, etc. Para outros, é profissão.
Para esses, surf é mais que hobby ou prazer de surfar depois de um dia exaustivo, é uma forma de conciliar prazer ao trabalho, realizando sonhos de pegar ondas incríveis ao redor do mundo.
Para tantos outros é pura arte, que mesmo não vivendo dele (profissionalmente), são surfistas incríveis. Treinam manobras alucinadas no quintal de casa e fazem delas espetáculo para quem admira. Existem aqueles que querem ter a sorte e a benção de morar numa região praieira, bacana e poder curtir a filosofia de vida do surf, que só pra quem já experimentou, sabe o significado fantástico que é "viver surf". Mas para todos estes citados, dos quais só não me encaixo (ou já encaixei) é como profissão, mas tenho plena convicção que todos são movidos pela paixão!!! Nenhum surfista entra num campeonato por obrigação, mas sim pelo prazer de surfar e a grande chance de vencer o campeonato. Nenhum surfista se muda para um litoral com altas ondas só pelo fato de ser praia. Nenhum surfista compra marcas surfwear pelo fato de serem apenas marcas somente pra fazer modinha.
Enfim, tudo isso é movido por uma paixão, um sentimento único que é gerado pelo prazer indescritivel de deslizar sobre as ondas ou pegar um tubo sinistro. Uma sensacao que muitos de nós, leitores surfistas e apaixonados pelo surf, já tentamos transcrever em cadernos com desenhos de picos perfeitos, em skates, rasgando as ruas para imitar um snap perfeito, no tapete de casa com um pedaço de isopo. Enfim, viajamos, sonhamos, quase idealizamos cada momento maravilhoso que nos move por uma mesma paixao, o SURF!


É trash estar longe e com perspectivas de ver o mar daqui alguns meses apenas. Agora sei como os brothers que moram longe do mar se sentem. A indescritível sensação de poder ver nossas reações ao ouvir palavras como: Mar, praia, surf... Imagina que pra mim que moro a 100km (no Brasil) já eh complicado, e a galera do oeste dos estados costeiros (RS, SC, PR, SP, etc), e a galera de Brasilia que tem um monte de surfistas. Hoje moro em Western de Massachusetts e eh chato demais, hahaha. Mas a perspectiva é de melhoras, logo!!! Mas tudo isso só comprova, o que nos move é a paixao pelo surf, definitivamente, AMAMOS o surf!!!



Aloha e altas ondas, baixas ondas, ondas, praias, surf na veia para sempre!!!
Fonte: http://colunaswell.blogspot.com// - Igor Marciel
*texto adaptado por Cello Windson.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Frase inspiradora!


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."Clarice Lispector